segunda-feira, 21 de março de 2011

DeveloperWorks IBM

Ola bacanas recebi este e-mail com alguns demos do DeveloperWorks IBM, ache muito interessante algumas aplicações,

segui link pra que voces tenha acesso a eles. abs.

 

 

Inteligente, rápido e fácil.
Novas demos on demand do IBM developerWorks

   
 

As demos do IBM developerWorks ajudam você a descobrir o que um produto tem a oferecer, desde orientações rápidas de produto, instalação, configuração e cenários do mundo real. Assista, aprenda o passo-a-passo e obtenha dicas e técnicas antes de experimentá-lo.
Visite hoje a página de demos no developerWorks para escolher entre mais de 300 demos
Destaques das demos mais recentes incluem:

Explore as 10 principais demos de 2010 do developerWorks

 

 

Demos do developerWorks

 

10 principais demos do developerWorks

 

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On demand demos: An easy way to watch and learn

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Resposta sobre reptiçao de sinal usando DWL-2100AP

 

Ola Bacana, quando voce coloca uma AP para reptir os dados, o que ela vai fazer e simplemente repassar o link, ou seja nao vai mudar o nome da AP principal nem o canal ,pois ela vai trabalhar como um amplificardor de sinal. mas ela deve estar a um distancia a qual o sinal chegue com boa qualidade ate ela, sem ocilações.

abs.

obs quando enviarem perguntas manda tambem seu e-mail, obrigado.

sábado, 23 de outubro de 2010

Abrindo arquivos .bundle no Linux

Ola Bacanas segui como fazer.

#chmod +x nomedoarquivo.bundle
#./nomedoarquivo.bundle

 

simples assim, abs.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como trocar a porta do Servidor IIS

Ola Bacanas,

segui roteiro retirado do site da microsoft, espero que ajuda abs.

    Microsoft Internet Information Server versões 1.0 para 2.0
    1. Inicie o Regedt32.exe e localize a seguinte subchave do registo:

      HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\ServiceProvider\ServiceType\W3SVC

    2. Localize o valor de porta TCP e clique duas vezes sobre ele.
    3. A caixa de diálogo Editor DWORD deve aparecer do valor de predefinição (hex 0x50; decimal 80) listado. Altere o valor decimal para o número da porta que pretende que o serviço de publicação na World Wide Web para ouvir.
      Nota : pode também seguir os passos 2 e 3 para alterar os seguintes serviços:
      • MSFTPSVC: FTP serviço de publicação
      • GOPHERSVC: Gopher serviço de publicação
    4. Saia do Regedt32.exe.
    5. Parar e reiniciar os serviços do IIS utilizando o Gestor de serviços Internet.

     

    Microsoft Internet Information Server versão 3.0
    1. Abra o Gestor de serviços Internet.
    2. Faça duplo clique sobre o computador correspondente ao serviço WWW.
    3. No separador Service , altere o campo porta TCP para o número de porta pretendido.
    4. Clique em OK .
    5. Utilizando o Gestor de serviços Internet, parar e reiniciar os serviços do IIS.

     

    Versões de serviços de informação Internet 4.0 para 6.0
    1. Abra o ' Gerenciador de serviços de Internet ' ou Gestor do IIS (IIS).
    2. Se necessário, expanda o servidor Web que pretende e, em seguida, expanda Web Sites .
    3. Clique com o botão direito do rato no Web site que pretende alterar.
    4. Clique em Propriedades .
    5. Clique no separador Web Site .
    6. Alterar o número da porta TCP na caixa de edição de Porta TCP (ou clique em Avançadas para várias definições de porta).
    7. Clique em OK para guardar as alterações.

     

    Microsoft Internet Information Services 7.0
    1. Abra o Internet Information Services (IIS) gestor.
    2. Seleccione o Web site que pretende configurar.
    3. No painel de acção , clique em ligações .
    4. Clique em Adicionar para adicionar um novo enlace do site ou clique em Editar para alterar uma ligação existente.
    5. Clique em OK para aplicar as alterações.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

[Especial Hyper-V enfrenta VMware] 8 diferenciais da Microsoft

Ola Bacanas li esta reportagem e resolvi compartilhar com voces, abs.

por Jake McTigue*

20/10/2010

Segundo especialista, fabricante está ocupada aperfeiçoando a versão mais recente de seu hypervisor de virtualização, o Hyper-V Server 2008

A Microsoft está ocupada aperfeiçoando a versão mais recente de seu hypervisor de virtualização, o Hyper-V Server 2008 R2. O produto suporta, agora, migração em tempo real, um sistema de arquivo para cluster de máquina virtual, sistemas operacionais 64-bit e especificações semelhantes às oferecidas pela VMware. Com essas novas funções e características, é hora de dar uma boa olhada e analisar o quão viável é o Hyper-V como alternativa à plataforma de virtualização de servidores ESX, da líder VMware. Abaixo, comparamos as funções do ESX com o Hyper-V, em oito categorias-chave. A VMware ainda é primeira opção. Em uma pesquisa realizada em agosto pela InformationWeek Analytics, sobre gerenciamento de virtualização, com 316 profissionais de tecnologia do negócio, descobrimos que 54% deles usam o ESX Server, enquanto 15% usam o Hyper-V e 7% optaram pelo XenServer, da Citrix.

Gostaria de fazer duas observações antes de prosseguir: em primeiro lugar, sou engenheiro de virtualização com certificado em vShepre 4.0, da VMware e trabalhei em muitas implementações VMware. Dito isso, abordarei essa análise determinado a comparar os dois sistemas objetivamente. Segundo, o grau de funcionalidade na oferta da Microsoft me surpreendeu. A VMware é muito mais madura, mas o Hyper-V se tornou uma opção de virtualização viável e deve ficar ainda melhor.

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1. Alta Disponibilidade

Para utilizar as funções de alta disponibilidade dos produtos, VMware e Microsoft requerem componentes semelhantes – dois ou mais servidores host virtuais com hypervisores instalados, armazenamento central e um servidor de gerenciamento. Se um host falhar, os dois sistemas podem transferir máquinas virtuais para outro host disponível no cluster. Os dois sistemas também conseguem migrar as máquinas de um nódulo para outro. No entanto, a VMware pode fazê-lo com múltiplos hosts, simultaneamente, enquanto a Microsoft só consegue migrar uma máquina por vez.
Por experiência própria, sei que a VMware tem problemas em migrar grandes números de máquinas virtuais simultaneamente e migra apenas três com configuração convencional. Porém, esse número pode ser ajustado se a rede vMotion, que permite que o movimento das máquinas virtuais, tiver banda suficiente para replicar o conteúdo da memória em uso para mais de três máquinas sem grandes problemas de latência. O software de gerenciamento vCenter, da VMware, também pode ser configurado para mover cargas de trabalho com base em uso de host. O produto da Microsoft tem uma função semelhante, mas requer configurações das máquinas como recursos de cluster antes que elas possam se mover, dinamicamente, com base em uso de host. Essa é uma área em que a VMware está um pouco mais bem preparada.

2. Uso de recursos

A VMware tem grande vantagem em gerenciamento de memória de máquina virtual devido a duas principais funções: sobrecarga de memória (memory overcommitment) e compartilhamento transparente de páginas (ou TPS). Digamos que, por exemplo, 10 servidores host Windows 2008 rodem em um único host vSphere; o conteúdo comum da memória é compartilhado entre eles. Por essa configuração, a memória disponível nos servidores host vSphere pode ser sobrecarregada. Se um servidor host tiver 24 GB de memória, é possível oferecer 24 servidores de 2 GB de memória. Com configuração Hyper-V, você precisaria de 48 GB de memória para suportar a mesma configuração virtual.
A VMware oferece, também, uma ferramenta chamada Memory Balloon, para recuperar memória sem uso de máquinas virtuais que estão segurando memória inativa, o que permite taxas de consolidação mais altas do que as permitidas pelo Hyper-V. Além disso, a VMware suporta maior alocação de memória guest do que o Hyper-V, chegando a 255 GB de memória transferível para uma única máquina, diferente do  Hyper-V, com 64 GB; e multiprocessamento virtual simétrico de oito modos, contra os quatro modos do Hyper-V. Isso tudo torna a VMware mais apropriada e preparada para cargas de trabalho extremas.
As duas plataformas também oferecem drivers bem diferentes para máquinas virtuais. A VMware abstrai o driver da camada base do hardware e oferece um driver de base virtual para o sistema operacional guest. O que significa que a VMware precisa criar drivers para cada peça de hardware na lista de compatibilidade. Por isso, a lista de hardwares compatíveis com VMware é mais restrita do que a do Hyper-V, que opera em qualquer equipamento operado por Windows Sever 2008 R2 – embora dependa do fornecedor do driver para funções mais avançadas, como rede teaming e armazenamento multipathing.

3. Armazenamento

Tanto a VMware quanto a Microsoft suportam a maioria dos sistemas-padrão de armazenamento da indústria: Fibre Channel, SAS, SCSI, InfiniBand, FCoE e iSCSI. Em termos de armazenamento de rede, a única variação é que a Microsoft suporta redes CIFS, o modo padrão dos servidores de arquivo Windows, enquanto a VMware suporta rede NFS, padrão nos servidores de arquivo *nix.
No entanto, a VMware oferece diversas vantagens. Primeiro, suporta armazenamento multipathing pronto para o uso, para que os hosts possam seguir diferentes caminhos para alcançar um volume de disco remoto – essencial para alta disponibilidade. A Microsoft suporta armazenamento multipathing, mas deve ser configurado no nível do driver HBA. A VMware oferece acesso direto ao hardware do disco por máquinas virtuais por meio de da tecnologia proprietária chamada VMDirect-Path I/O, que facilita a acomodação de aplicativos baseados em disco de super alta performance. A Microsoft não tem uma função que compete diretamente com a VMDirectPath – mas como não é uma função de difícil implementação, deve surgir em breve. A Microsoft também não suporta boot iSCSI para máquinas virtuais, dificultando a adoção de iSCSI como forma primária de armazenamento nas estações Hyper-V. É possível oferecer suporte para boot iSCSI, mas é necessário um contorno.
A principal vantagem da VMware é o Storage vMotion, que permite que uma máquina virtual realoque arquivos de disco não estão em um meio de armazenagem, em um diferente meio de armazenagem físico.

4. Segurança

Uma comparação profunda sobre segurança de hypervisor vai além do escopo desse artigo, mas alguns pontos valem ser mencionados. Primeiro, a iniciativa de segurança da VMware, VMsafe, apresenta API com visibilidade em nível de hypervisor, que é compartilhada com sistemas terceirizados de detecção/prevenção de intrusos. Depois, a tecnologia secundária de segurança da VMware, vShield, é um conjunto de produtos de segurança de virtualização para o vSphere, com ferramentas como fragmentação de rede, controle de acesso e zonas e firewall em nível de aplicativo. Junto com IDS e IPS de fornecedores terceirizados usando VMsafe, se torna uma segurança tão potente que a Microsoft ainda não conseguiu alcançar.

5. Licença

A Microsoft e a VMware têm preços e modelos de licença bem diferentes para seus sistemas de hypervisor (Como no Box apresentado no final da matéria). E a maioria das empresas vai notar que o Hyper-V é mais barato, embora não gere economia linear. No nosso primeiro exemplo, a economia foi de cerca de 25% e em um exemplo maior, a economia chegou a 16%.

6. Rede

A VMware oferece diversas vantagens. Uma delas é que, assim como suporte para armazenamento multipathing, a VMware suporta NIC teaming no hypervisor com sua pilha de drivers, enquanto a Microsoft depende de fornecedores de drivers e configurações adicionais para suportar tal funcionalidade. A VMware também suporta vNetwork Distribuited Switching, ou vDS, o que permite a distribuição centralizada e homogênea das configurações de switches virtuais de vCenter, diminuindo o fardo administrativo e a possibilidade de interrupções não planejadas no serviço de migração.
A VMware também fez parceria com a Cisco para lançar a linha de produtos Nexus, que integra switches virtuais diretamente com os switches centrais Cisco, oferecendo as mesmas funções de visibilidade, segurança e resolução de problemas que os usuários recebem do data center Cisco, no nível do vSwitch.

7. Backup e Recuperação

Os dois produtos criam snapshots de máquinas virtuais em funcionamento para armazenamento de dados, desde que você possua um servidor de backup dedicado licenciado e configurado. A VMware ganha muitos pontos com os fornecedores de sistemas de armazenamento com essa colaboração, incluindo a empresa matriz EMC, por automatizar, parcialmente, e gerenciar o processo de  falhas em armazenamento secundário.

8. Compatibilidade

O ESX é mais fácil de configurar do que o Hyper-V e oferece melhor suporte para sistemas operacionais que não são da Microsoft, incluindo Debian (Ubuntu), Linux e Solaris, Sun; enquanto o Hyper-V suporta apenas SUSE e Red Hat Linux.
O ponto é que a VMware é pioneira em virtualização e não vive somente da fama. Microsoft, Citrix, Oracle e outras fornecedoras estão se esforçando para enfrentar o ESX, mas a VMware continua aprimorando suas funções e características. Por sua parte, a Microsoft gastou muito tempo e dinheiro transformando o Hyper-V em uma plataforma de virtualização corporativa viável. E se a empresa continuar investindo de forma consistente no Hyper-V, ele irá se desenvolver e se tornar um candidato ainda mais forte nos próximos anos.
Mas, por enquanto, o conjunto de funções do ESX é muito mais maduro. Além disso, tem a vantagem de colaborar com os maiores fornecedores de sistemas de armazenamento, rede, segurança e tecnologias secundárias de virtualização. Portanto, a não ser que seu orçamento seja sua maior preocupação, a VMware continua com o título de campeã.
*Jake McTigue é gerente de Ti da Carwild e consultor sênior e engenheiro de rede da NSI

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Como Trocar a porta do TS Windows 2003

Ola Bacanas, se voce esta precisando trocar a porta do TS aqui vai a receita.

1 iniciar, execultar e digite regedit, va ate a pasta RDP-TCP

caminho dentro do regefit

HKey_Local_Machine, System, CurrentControlSet, Control, TerminalServer, WinStations e RDP-TCP

2  em RDP-TCP procure PortNumber e mude para a porta que voce quer.

3 sair e reiniciar a maquina

pronto esta trocada a porta.

Abs.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Thin Client / Thin PC Schalter Eletrônica

 

Ola Bacanas,

Por Cleber Ronaldo R. M. Vieira*


O Thin Client / Thin PC da Schalter Eletrônica são produtos voltados para uso corporativo com objetivo de substituir computadores desktop. Os aparelhos testados tinham processador AMD GXII 533-433MHZ com 128MB RAM e AMD LX800-500MHZ com 256MB RAM.

A instalação é bastante simples, como a maioria de equipamentos similares. O equipamento possui sistema operacional pré-instalado. Isso facilita a instalação e utilização. O sistema operacional, contudo, pode ser alterado sem grande dificuldade.

No nosso caso bastou ligar e começar a utilizar o equipamento. Mesmo quando ligado em um ambiente de rede, bastou informar o endereço do host, usuário e senha para que o equipamento se conectasse à rede local.
O sistema operacional nativo do equipamento mostrou-se bastante agradável mesmo para usuários acostumados com ambiente Windows. A navegação é simples e a identificação dos programas satisfatória. Nossos testes foram concentrados na navegação na Web e sistemas ERP. Em ambos os casos o equipamento se comportou muito bem. Foram testados 3 acessos RDP, 1 acesso VNC, 1 acesso Telnet e 1 acesso HTTP simultâneos. Mesmo com estas várias conexões não houve delay significativo.
Tentamos fazer com que o equipamento mostrasse alguma demora excessiva, porém não aconteceu. Isso superou nossas expectativas.
O grande diferencial encontrado no equipamento foi a possibilidade de realizar diversas conexões simultâneas, coisa que os thin clients não costumam fazer. Este equipamento foi capaz de realizar processamento remoto e em multi-sessão.

Mesmo quando solicitado para eventuais processamentos locais, o equipamento reagiu positivamente, pois possui uma razoável capacidade de processamento, HD, memória RAM, além de recursos de som e vídeo.
O ponto que não chegou a prejudicar a avaliação do produto, mas pode representar uma limitação em situações específicas é quando há necessidade de gerenciar várias janelas de acesso remoto. Acreditamos, porém, que este não deve ser o objetivo de quem procura este tipo de solução.

Este equipamento parece ter sido lançado para se posicionar entre um thin client convencional e um computador desktop, inclusive no preço. A grande vantagem em relação a um desktop pode ser o TCO e em relação a um thin client convencional a capacidade de processamento, armazenamento e conexões remotas simultâneas.

Totvs lança sistema de interação em TV digital

 

ola Bacanas,

por Vitor Cavalcanti

23/08/2010

Companhia já tem parceria fechada com fabricante de set top box e ressalta possibilidade de personalizar TV por meio de aplicativos

O mercado de TV digital brasileiro sem dúvida é uma janela de oportunidade a ser explorada por diversos players, entre fabricantes de conversores, televisores, produtores de mídia, criadores de conteúdo e empresas de software. A Totvs, sem querer ficar de fora deste segmento, anuncia na segunda-feira (23/08) o lançamento da plataforma de interatividade StickerCenter, pela qual os usuários terão, além da interação já divulgada e com intermédio das radiodifusoras, a possibilidade de baixar aplicações e personalizar a TV.

De acordo com o presidente da companhia, Laércio Cosentino, o produto está em desenvolvimento há cinco anos. "Com a convergência, a TV permite muito além da recepção da imagem, traz um potencial computacional grande", comenta. O StickerCenter é totalmente baseado em Ginga - hoje chamado de DTVi - e integrado ao middleware ByYouTV, também da Totvs, que tem como função decodificar a interação e processá-la na TV. Esse middleware segue o estilo do ByYou que a companhia possui para o desenvolvimento de aplicativos empresariais e também servirá como plataforma de desenvolvimento para os interessados em criar aplicações para o StickerCenter.

"Concordamos com o governo e achamos que a TV funcionará como instrumento de inclusão pela interação que será propiciada", acredita David Britto, diretor de estratégia de tecnologia da Totvs, que participou do lançamento e promoveu algumas demonstrações da plataforma de interação.

Pelo que foi demonstrado à imprensa, haverá dois modelos de funcionamento: a interação padrão, onde a emissora envia um aplicativo que pode ser para visualização de notícias, publicidade ou curiosidades, via sinal de TV, sem a necessidade de conexão com a web e gratuito, ou via download no StickerShop, aí, sim, com necessidade de conexão com a internet. Nesta segunda modalidade, a ideia é praticamente a mesma das lojas de aplicativos para smartphones. O usuário seleciona uma aplicação, baixa e faz uso, mas, na TV. Haverá, assim como no mundo móvel, a possibilidade de cobrança por aplicativo e o modelo de partilha da receita deve variar já que envolve, além da Totvs e do desenvolvedor, a presença da emissora.

A companhia já fechou acordo para embarcar o ByYouTV e o StickerCenter no set top box da Visiontec, mas ainda não há data de quanto o aparelho começará a ser vendido. Os executivos só confirmam que é para este ano. Durante o evento, foram demonstradas aplicações dos portais UOL e G1, das redes varejistas Wal Mart e Extra, além da TV Band e do Banco do Brasil.

A Totvs, entretanto, não está sozinha nesta disputa e sabe que enfrentará concorrência das próprias fabricantes de televisores, que trabalham com alguns modelos trazendo um sistema embarcado, não necessariamente de interação com programação, mas para acesso à web, e das próprias operadoras de TV por assinatura. A Net, por exemplo, tem o que eles chama de Portal Net, onde se tem acesso à previsão do tempo, horóscopo, entre outros, o sistema de compra do pay-per-view e a possibilidade de ler notícias na tela quando se assiste ao canal pago Globonews. Claro que trata-se de algo proprietário e sem possibilidade de personalização, mas nada que não possa evoluir num futuro próximo.

No caso das fabricantes de televisores, os executivos acreditam que, assim como acontece com smartphones, as empresas poderão produzir aparelhos com sistemas de interatividade diversos e, quanto às operadoras, existem conversas, eles afirmam, mas não dão detalhes de como isso tem andado. Uma das opções é o set top box da operadora aceitar tanto o sistema proprietário como o StickerCenter.

Intel e Nokia desenvolvem tecnologia móvel 3D

 

Ola Bacanas,

por Antone Gonsalves | InformationWeek EUA

24/08/2010

Laboratório focará tecnologias como holograma em terceira dimensão que mostrará a pessoa com quem conversamos pelo smartphone

Intel e Nokia lançaram um laboratório conjunto que focará parte dos esforços no desenvolvimento de interface de usuário 3D para dispositivos móveis.

O centro será parte da rede pesquisa europeia da Intel, chamada de Intel Labs Europe, e ficará dentro da Universidade de Oulu, na Finlândia, país-sede da Nokia.

O novo laboratório será focado em tecnologia 3D que pode promover interação entre usuários e dispositivos móveis de forma mais imersiva, assim como acontece com games e filmes 3D atualmente.

"A tecnologia 3D pode mudar a forma que usamos nossos dispositivos móveis e tornar nossas experiências muito mais imersivas", declarou, em comunicado, Rich Green, vice-presidente sênior e CTO da Nokia, nesta terça-feira (24/08).

Uma das possíveis áreas de pesquisa é uma tecnologia usada para mostrar um holograma 3D da pessoa com quem se está falando no smartphone, informou a companhia. Tais capacidades, atualmente, são vistas apenas em filmes de ficção científica.

Muito do trabalho do centro será em torno da plataforma móvel de código aberto MeeGo, desenvolvida em conjunto por Nokia e Intel. Apoiado pela Linux Foundation, o MeeGo é resultado da fusão do Mobilin, da Intel, com o Maemo, da Nokia.

O objetivo das companhias com o MeeGo é prover uma plataforma baseada em Linux que poderia rodar em diversos devices como smartphones, netbooks, tablets, TVs e sistemas embarcados em veículos.

Desenvolvedores criarão aplicações para o sistema operacional a partir do ambiente de desenvolvimento Qt. Os aplicativos serão comercializados pela Ovi Store e pelo Intel AppUp Center.

As fabricantes lançaram o MeeGo neste ano e ainda resta saber como ele enfrentará a concorrência dos sistemas operacionais que dominam o mercado atualmente, como o iOs da Apple, o BlackBerry OS e o Android, do Google.

No segundo trimestre deste ano, o Android se tornou o sistema operacional para smartphones líder em vendas nos Estados Unidos, ultrapassando o BlackBerry OS, de acordo com o NPD Group.

Vulnerabilidades descobertas crescem 36% em 2010

 

Ola Bacanas,

por Mathew J. Schwartz | InformationWeek

26/08/2010

Levantamento da IBM revela que ataques "escape to hypervisor" é uma crescente preocupação em virtualização

As vulnerabilidades descobertas chegaram a níveis recordes, com 4.396 novas falhas documentadas no primeiro semestre de 2010 - um avanço de 36% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do relatório IBM X-Force, publicado na quarta-feira (25/08).

Aplicações baseadas na web concentram a maioria (55%) das vulnerabilidades descobertas.

Ataques ofuscados, que permitem aos invasores instalarem códigos maliciosos passando por ferramentas de segurança tradicionais, cresceram 52% no mesmo período. Ataques envolvendo Javascript são os mais populares, informa a IBM, já que permite aos hackers "lançarem seus ataques com documentos e páginas web".

Entretanto, três dos cinco ataques online mais populares mapeados pela companhia no primeiro semestre envolvem PDF.

A boa notícia em segurança para este ano é que os ataques phishing registraram significante queda, ainda que o principal objetivo dessas ações - roubo de dados financeiros - continue a mesma. Ao avaliar os ataques phishing via e-mail, a IBM revela que os principais alvos são: instituições financeiras (59%), cartões de crédito (28%), agências governamentais (11%), pagamentos online (6%) e vendas públicas (5%).

Atualmente, vulnerabilidades envolvendo virtualização atingem apenas uma pequena parcela de todos os códigos. Mas a IBM diz que esta situação tem causado preocupação com segurança em ambientes virtualizados, uma vez que "35% das vulnerabilidades que impactaram sistemas de servidores virtuais afetaram o hypervisor". O hypervisor é responsável por prover a plataforma onde o sistema operacional roda.

Ao atacar o hypervisor ou assumir o controle de um dos sistemas virtuais e usar a vulnerabilidade "escape to hypervisor", um hacker pode ter acesso a qualquer sistema rodando no mesmo PC ou servidor.

Infrablog com nova cara!!!

 

Ola Bacanas, o infrablog esta com nova cara e logo com novos artigos.

abs

infrablog

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

HDbaseT: o fim do HDMI.

Ola bacanas uma nova tecnologia quer substituir o padrão atual de vídeo por um cabo de rede. Será que essa moda pega?
Por Fabio Roberto Machado Jordão em 5/7/2010

 

Todo dia é assim: tecnologias desatualizadas são aposentadas para dar lugares a outras mais eficientes. Não que o HDMI seja antigo ou que sua qualidade deixe a desejar, mas é raro encontrar um padrão no mundo da informática ou dos eletrônicos que consiga durar muito tempo.

Com o HDMI não deve ser diferente, porque além de já sofrer uma baixa considerável com as atuais placas de vídeo trazendo conexões do tipo DisplayPort, ele deve ganhar um concorrente ainda mais perigoso: o HDbaseT.

Conheça o novo padrão

Você já conectou um cabo de rede no seu PC? Então imagine se fosse possível usar o mesmo tipo de cabo para transmitir imagem e vídeo para a sua TV. O propósito do HDbaseT e o funcionamento é exatamente esse. O usuário não precisa investir em um novo cabo, aliás, pode economizar e comprar um cabo de até cem metros para assistir aos vídeos favoritos.

HDbaseTCom o apoio e a ajuda tecnológica da Samsung, LG e Sony, a Valens Semiconductor (empresa responsável pelo padrão) está dando os primeiros passos na criação e implementação desta nova tecnologia. Possivelmente os produtos atuais com conexão para rede não vão ser compatíveis com o HDbaseT, isso porque quaisquer aparelhos já existentes usam a porta LAN para conectar-se a uma rede.

E a qualidade?

O novo padrão promete ser milagroso, tanto no quesito inovação como na qualidade. Consultando o documento PDF do site oficial obtivemos diversos parâmetros que mostram a superioridade do HDbaseT quando comparado ao HDMI.

Na realidade em alguns aspectos ele até empata com o HDMI, mas levando em consideração todos os benefícios do novo padrão, não há como duvidar da possível dominação no mercado dos eletrônicos. Veja abaixo uma tabela comparativa entre os quatro padrões de maior qualidade:

 

O site oficial do HDbaseT ainda dá acesso a outras informações que podem interessar aos entusiastas de plantão. Além da capacidade de transmissão de vídeos em Full HD e vídeos não comprimidos, o HDbaseT consegue transmitir no padrão 3D e ainda no formato 2Kx4K (com resoluções que atingem mais de 4.000 pixels).

Essa moda pega com certeza!

Por que adotar um novo padrão? Simples: porque ele é melhor do que tudo o que já existe. No caso do HDbaseT ele é melhor em cinco tarefas diferentes. O usuário pode transmitir: vídeos de alta definição, faixas de áudio com qualidade incomparável, internet de 1000 Mbps (ou seja, 1 Gigabit), energia (para ligar aparelhos a longa distância) e controles diversos para interação.

Tudo em um!

Obviamente o grande trunfo do HDbaseT não está somente nesses benefícios, mas também no comprimento do cabo que chega a 100 metros e no custo barateado. Ainda não há data definida para a chegada oficial do novo padrão, mas o mais recente documento com informações dá conta que a padronização está finalizada e as fabricantes devem criar novos eletrônicos com o padrão em breve.

Parece que as fabricantes vão acertar desta vez, mas os consumidores terão que gastar novamente com um padrão de vídeo (tanto em televisores como em DVDs ou players de Blu-ray). Você acha que vale a pena investir nos cabos de rede para substituir o HDMI?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Você já conhece o jQuery?

Você já conhece o jQuery?

jQuery é uma biblioteca JavaScrit, disponibilizada gratuitamente, que tem a finalidade de facilitar o desenvolvimento de códigos de projetos

pessoais ou comerciais. Uma das grandes vantagens do uso desta coleção é a compatibilidade com diversos navegadores: ela foi criada em conformidade com os padrões web, ou seja, compatível com qualquer sistema operacional ou browser. Com o objetivo de facilitar a vida do desenvolvedor, o Visual Studio 2010 oferece um suporte nativo a esta tecnologia, otimização de códigos, suporte a plugins e efeitos visuais diferenciados. Para saber mais, acesse:

Internet Explorer 9

 

Preview do Internet Explorer 9 é liberado

ola bacanas, embora não finalizado, o preview do IE9 foi liberado durante o MIX 2010, que aconteceu entre os dias 15 e 17 de março, em Las Vegas (EUA). A versão "teste drive" do navegador está disponível neste site para aqueles que querem conhecer os novos recursos e melhorias desta versão inicial do produto. abs

Visual Studio 2010

Visual Studio 2010 RTM

Ola Bacanas, abril, durante o DevConnections, em Las Vegas (USA). A partir de agora há quatro edições do VS disponíveis para desenvolvimento - Professional, Premium, Ultimate e Test Professional - todas com nova interface, construída em cima de WPF, ferramentas revistas e novos recursos. Se você não acompanhou ao vivo o lançamento do VS 2010 RTM, assista agora! Clique também em download da versão trial. abs

Lançamento do Windows Azure e SQL Azure

 

Lançamento do Windows Azure e SQL Azure

 

Ola bacanas,O Windows Azure - plataforma de Application Server (Windows Server, SQL Server e .Net Framework) customizados para serem executados em um datacenter da Microsoft e pagos como um serviço - foi oficialmente lançado no mercado no último dia 12. Vinte e um países terão disponibilidade total ao sistema, entre eles Estados Unidos, Índia, Portugal, Alemanha, Canadá e Finlândia. O Brasil não aparece na lista, porém há ofertas especiais.

abs

System Center Service Manager 2010 Beta 2 para download

 

Ola bacanas, O Beta 2 do System Center Service Manager (SCSM) está disponível para download. Este software se integra ao System Center Operations Manager (SCOM), quando estão no mesmo ambiente, para gerar relatórios gerenciais e estatísticos muito mais completos. Enquanto o SCOM captura um erro do servidor de banco de dados e emite um alerta, o SCSM gera o incidente, os relatórios estatísticos para a gerência de mudanças e os mapas de problemas.

System Center Service Manager 2010 Beta 2 para download

 

abs

Windows HPC Server 2008 R2 Beta disponível para download

Windows HPC Server 2008 R2 Beta disponível para download

Ola bacanas,

O Windows HPC Server 2008 R2 Beta está disponível para download na versão trial. O produto oferece produtividade, melhorias de desempenho e facilidade de uso em diversas áreas como escalabilidade, suporte out-of-the-box , execução e gerenciamento de clusters de até 1.000 nós, nova configuração e opções de implementação, diagnósticos e relatórios entre outros novos e inteligentes recursos.

Para avaliar esta nova versão e colaborar com feedbacks sobre este software, você deve se conectar no Microsoft HPC Server 2008 R2 Beta Programa pelo Microsoft Connect.

abs